Financeiro
A conta fecha. Todo dia.
Faturar bem e não saber se sobrou dinheiro é o normal do setor: a venda fica num sistema e o gasto fica num caderno — quando fica. Em muita casa que vai bem não existe caderno nenhum, e o único registro do que saiu é o extrato do banco, lido no susto. Na Yvera o gasto mora onde a venda já está — e o extrato entra por importação (o OFX do seu internet banking) pra conferir o que você lançou.
Onde a conta deixa de fechar
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O pagamento feito no caixa não chega na gestão. O gás, o motoboy, o fornecedor que passou na porta: saiu da gaveta, o caixa registra — e o Contas a Pagar do escritório segue achando que a conta está em aberto. Duas verdades sobre o mesmo dinheiro.
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Despesa lançada sem conta contábil só responde quanto saiu, nunca com o quê — e o relatório do mês vira uma linha só, grande demais pra decidir qualquer coisa.
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O extrato e o sistema nunca se encontram. O dinheiro saiu do banco, a conta foi lançada, e ninguém cruza os dois — a divergência aparece quando o fornecedor cobra de novo ou o saldo não bate.
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O "lucro" é a planilha do contador 40 dias depois — tarde demais pra corrigir o mês que já passou.
Nada disso é descuido de quem toca a casa. É o sistema tratando caixa, contas a pagar e resultado como três produtos diferentes, e deixando a costura pra você.
Contagem primeiro — e quem enxerga o quê é você que decide
Conte o dinheiro e digite o total: o esperado só aparece no passo seguinte. Papel sem permissão de ver os totais fecha às cegas de verdade — a tela não oferece nenhum número pra ancorar a contagem. Ver o esperado, fechar o caixa dos outros, consultar o histórico inteiro ou só o próprio: cada uma é uma permissão separada, ligada por papel.

O período inteiro, caixa por caixa
Cada caixa do período aparece com vendas, movimentação, status e o que não fechou — sobra ou quebra apurada na conferência, e a quebra entre caixas, quando o fechamento de um turno não bate com a abertura do seguinte. Filtre por operador, ordene pela diferença: o que sai não é um número solto no fim do mês, é o padrão. Qual turno, qual pessoa, quanto, quando.

O resultado do mês sem esperar o contador
Receita, custo e margem saem da venda que já aconteceu — a mesma que fechou o caixa do turno. A despesa entra pela competência, com a conta contábil que você escolheu no lançamento. O contador continua cuidando do fiscal; você para de operar no escuro.

O que sai disso
Pagou pelo caixa? Cai nos dois lados
Conta paga com o dinheiro da gaveta baixa em Contas a Pagar e sai do esperado do caixa no mesmo lançamento. Pagamento em dinheiro exige sessão aberta — é essa trava que impede o caixa e a gestão de contarem histórias diferentes.
Cada despesa na sua conta contábil
Aluguel, energia, folha, manutenção: você escolhe a conta no lançamento e o DRE agrupa por ela. Lançamento que ficou sem conta não some do relatório — aparece dizendo que está sem, pra você resolver.
O extrato OFX confere o que você lançou
Exporte o OFX no internet banking e importe: o sistema casa cada linha com a conta a pagar correspondente, ignora o que já entrou antes e deixa visível o que sobrou sem par. Ele confere — quem paga continua sendo você, no banco.
Caixa conferido, período fechado
Fechou o período, os números daquele turno ficam selados. Relatório de amanhã não muda o de ontem — o histórico é confiável porque ninguém reescreve o passado.
DRE, fluxo de caixa e balanço
Receita das sessões fechadas no mês, custo dos itens que saíram nessas vendas, despesa pela competência. Não é planilha remontada de memória: é o mesmo lançamento visto por lentes diferentes.
Fiscal no mesmo fluxo
NFC-e sai na venda, sem sistema separado. Se a SEFAZ cair, a venda não trava — a nota entra na fila e é reemitida quando voltar.
Por canal e por forma de pagamento
Salão, balcão, QR da mesa, delivery: cada canal aparece separado nos relatórios. Você descobre o que cresce e o que só dá trabalho.
Comece de onde você está. Vá até onde quiser.
Mês passado bagunçado não impede de começar. Você declara quanto tem de verdade na conta hoje, e declara o custo dos produtos que estão vendendo sem custo nenhum — a diferença entra como uma linha de ajuste explicada e auditada, com seu nome e a data. Ela não vira lucro que nunca existiu, e o passado não é reescrito: a abertura contábil passa a ser hoje.
Daí em diante o passo é seu. Tem casa que fica só no fechamento de caixa todo dia e já resolve o problema que tinha. Tem casa que vai pra DRE, balanço e conciliação bancária. Os dois caminhos correm sobre os mesmos lançamentos — no dia que você quiser subir um degrau não tem migração nem recomeço. Estamos prontos por aqui.
Amanhã à noite você confere o caixa em 5 minutos.
O fechamento de período funciona desde o primeiro dia — antes mesmo de você cadastrar o cardápio inteiro.