Estoque
No fim do mês, o estoque bate.
O insumo entra pela nota, vira prato pela ficha técnica, sai na venda e volta na contagem. A Yvera registra cada um desses passos no lugar onde ele acontece — por isso o número da tela e o da prateleira andam juntos, e a contagem do fim do mês deixa de ser susto.
Por que estoque de restaurante nunca bate
Não é falta de atenção. O buraco não aparece na venda — ele se abre entre uma contagem e outra, quase sempre nos mesmos quatro lugares:
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A venda baixa o prato, mas a prateleira perde queijo, farinha e molho — e ninguém desconta os insumos.
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O pedido cancelado some do faturamento, mas o que já saiu da cozinha vira um buraco sem dono.
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A produção interna (molho do dia, massa pré-assada) consome ingrediente que nenhuma venda registrou.
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A nota chega em caixa, fardo, engradado; a prateleira conta em quilo e unidade. Quando a conversão muda de uma nota para outra, o custo médio muda junto.
Resultado: a contagem "dá errado", todo mundo desconfia de todo mundo, e o estoque vira um número decorativo. A saída não é contar mais — é o sistema registrar o que acontece de verdade entre uma contagem e outra.
O caminho do insumo, ponta a ponta
Cinco passos. Cada um registra o que aconteceu no momento em que aconteceu — é isso que faz o número fechar no fim do mês.
Entra
A nota do fornecedor vem da SEFAZ ou do XML. Cada item cai no seu produto, na sua unidade.
Transforma
A produção em lote consome os ingredientes e dá entrada no que saiu da panela, com o custo do lote.
Sai
A venda baixa pela ficha técnica. O cancelamento devolve ou vira perda, conforme o motivo.
Confere
A contagem compara a prateleira com o sistema e mostra a divergência item a item, com responsável.
Repõe
Mínimo e máximo apontam o que falta. A cotação vai aos fornecedores e o pedido nasce da resposta.
Toda nota emitida contra o seu CNPJ está na SEFAZ. A Yvera vai lá buscar.
Você manda sincronizar e o sistema traz as notas que os fornecedores emitiram para o seu CNPJ — inclusive aquela que ninguém mandou por e-mail. De lá cada nota segue para o mesmo lugar: a conferência antes de entrar no estoque. Dar ciência, confirmar ou desconhecer a operação também sai da própria tela, assinado com o seu certificado.
Duas condições, ditas na frente: precisa do certificado digital configurado, e a busca roda quando você manda — não é um robô vasculhando sozinho de madrugada. Se o fornecedor mandar o XML, esse caminho continua valendo: importa e cai na mesma conferência.
A nota vem em caixa. Sua prateleira conta em quilo.
Na primeira nota daquele fornecedor você diz o que é o quê: este código é o meu queijo mussarela, esta caixa tem 10 quilos. Da segunda em diante o item entra sozinho — a Yvera reconhece pelo código de barras, pelo código do fornecedor ou pelo que você fez da última vez, guardado por fornecedor e por unidade.
Não precisa acreditar: ensine você mesmo, aqui, e depois deixe a próxima nota chegar.
A nota do fornecedor
NF 12.847
Distribuidora Rio Claro
OLEO SOJA 900ML CX/20
cód. 3312 · 2 CX
FARINHA TRIGO TIPO 1 SC 25KG
cód. 5504 · 6 SC
QJO MUSS FRAC CX 10KG
cód. 7781 · 4 CX
Descrição, código e unidade são do fornecedor. Ele não conhece o seu cadastro — e não precisa.
O que entra no estoque
Conferência
- Óleo de soja 900ml 2 CX × 20 40 UN
- Farinha de trigo 6 SC × 25 150 KG
Item novo deste fornecedor
Diga o que é e quanto vem na caixa. Uma vez.
Os dois primeiros já entraram — foram ensinados em notas anteriores.
Isso não é conforto de digitação: é o que mantém o custo de pé. Se a mesma mercadoria entra ora como caixa, ora como quilo, o custo do insumo muda sem ninguém ter mexido nele — e o custo do prato e o resultado do mês vão atrás.
O que a ficha previa e o que a panela gastou
Fez 20 litros de molho? A produção em lote consome os ingredientes e dá entrada no que saiu da panela. Se o dia pediu mais tomate do que a ficha previa, você corrige o consumo ingrediente por ingrediente na hora de registrar — o lote fecha com o custo que ele teve, não com o custo que ele deveria ter tido.
O produzido entra no estoque com esse custo — custo do lote e custo unitário, calculados na hora. Quando esse molho for ingrediente de outro prato, o custo do prato já sai certo.
A contagem mostra a diferença — não esconde
Você conta a prateleira, o sistema compara com o que deveria ter e mostra a divergência item a item. O ajuste fica registrado: quem contou, quando, quanto mudou.

O extrato do estoque, movimento a movimento
Entrada, baixa, produção, ajuste e perda no mesmo histórico, na ordem em que aconteceram — cada um com o documento de origem e o responsável do lado. Quando um número parecer estranho, dá para saber de onde ele veio, em vez de discutir.

Da falta na prateleira ao pedido no fornecedor
Cada item tem faixa de estoque — mínimo e máximo. O que está abaixo aparece na lista de reposição, e a compra vira lista objetiva em vez de chute na véspera do fim de semana.
A cotação sai daí: você monta a lista e manda um link para os fornecedores. Cada um responde o preço dele pelo navegador — sem instalar nada, sem criar conta. Você compara item a item, escolhe quem leva cada um, e o pedido de compra nasce da resposta escolhida. Quando a mercadoria chegar com a nota, o ciclo fecha onde começou.
Quando falta dado, a Yvera fala
Tem uma tela que lista os produtos vendendo sem custo: o que nunca foi comprado, o que entrou com valor zerado na nota, o que saiu mais do que entrou. Cada linha vem com o que fazer naquele caso. Estoque só bate quando o dado está lá — e é mais útil apontar onde ele falta do que mostrar um relatório inteiro fingindo que está completo.
Sem mágica: o sistema registra, você opera
Nenhum software conta a prateleira por você. O que a Yvera faz é tirar o atrito de registrar: a baixa acontece sozinha na venda, a produção e o cancelamento já movimentam o estoque no fluxo normal da operação, e a nota entra pela SEFAZ ou pelo XML. Continua sendo seu: configurar o certificado, ensinar a equivalência na primeira nota de cada fornecedor, cadastrar as fichas técnicas e contar de vez em quando.
Cadastre as fichas técnicas uma vez. O resto anda sozinho.
Comece pelos 20 itens que mais saem — já cobre a maior parte do problema.