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Estoque

No fim do mês, o estoque bate.

O insumo entra pela nota, vira prato pela ficha técnica, sai na venda e volta na contagem. A Yvera registra cada um desses passos no lugar onde ele acontece — por isso o número da tela e o da prateleira andam juntos, e a contagem do fim do mês deixa de ser susto.

Por que estoque de restaurante nunca bate

Não é falta de atenção. O buraco não aparece na venda — ele se abre entre uma contagem e outra, quase sempre nos mesmos quatro lugares:

  • A venda baixa o prato, mas a prateleira perde queijo, farinha e molho — e ninguém desconta os insumos.

  • O pedido cancelado some do faturamento, mas o que já saiu da cozinha vira um buraco sem dono.

  • A produção interna (molho do dia, massa pré-assada) consome ingrediente que nenhuma venda registrou.

  • A nota chega em caixa, fardo, engradado; a prateleira conta em quilo e unidade. Quando a conversão muda de uma nota para outra, o custo médio muda junto.

Resultado: a contagem "dá errado", todo mundo desconfia de todo mundo, e o estoque vira um número decorativo. A saída não é contar mais — é o sistema registrar o que acontece de verdade entre uma contagem e outra.

O caminho do insumo, ponta a ponta

Cinco passos. Cada um registra o que aconteceu no momento em que aconteceu — é isso que faz o número fechar no fim do mês.

1

Entra

A nota do fornecedor vem da SEFAZ ou do XML. Cada item cai no seu produto, na sua unidade.

2

Transforma

A produção em lote consome os ingredientes e dá entrada no que saiu da panela, com o custo do lote.

3

Sai

A venda baixa pela ficha técnica. O cancelamento devolve ou vira perda, conforme o motivo.

4

Confere

A contagem compara a prateleira com o sistema e mostra a divergência item a item, com responsável.

5

Repõe

Mínimo e máximo apontam o que falta. A cotação vai aos fornecedores e o pedido nasce da resposta.

Toda nota emitida contra o seu CNPJ está na SEFAZ. A Yvera vai lá buscar.

Você manda sincronizar e o sistema traz as notas que os fornecedores emitiram para o seu CNPJ — inclusive aquela que ninguém mandou por e-mail. De lá cada nota segue para o mesmo lugar: a conferência antes de entrar no estoque. Dar ciência, confirmar ou desconhecer a operação também sai da própria tela, assinado com o seu certificado.

Duas condições, ditas na frente: precisa do certificado digital configurado, e a busca roda quando você manda — não é um robô vasculhando sozinho de madrugada. Se o fornecedor mandar o XML, esse caminho continua valendo: importa e cai na mesma conferência.

A nota vem em caixa. Sua prateleira conta em quilo.

Na primeira nota daquele fornecedor você diz o que é o quê: este código é o meu queijo mussarela, esta caixa tem 10 quilos. Da segunda em diante o item entra sozinho — a Yvera reconhece pelo código de barras, pelo código do fornecedor ou pelo que você fez da última vez, guardado por fornecedor e por unidade.

Não precisa acreditar: ensine você mesmo, aqui, e depois deixe a próxima nota chegar.

A nota do fornecedor

NF 12.847

Distribuidora Rio Claro

  • OLEO SOJA 900ML CX/20

    cód. 3312 · 2 CX

  • FARINHA TRIGO TIPO 1 SC 25KG

    cód. 5504 · 6 SC

  • QJO MUSS FRAC CX 10KG

    cód. 7781 · 4 CX

Descrição, código e unidade são do fornecedor. Ele não conhece o seu cadastro — e não precisa.

O que entra no estoque

Conferência

  • Óleo de soja 900ml 2 CX × 20 40 UN
  • Farinha de trigo 6 SC × 25 150 KG
  • Item novo deste fornecedor

    Diga o que é e quanto vem na caixa. Uma vez.

Os dois primeiros já entraram — foram ensinados em notas anteriores.

Isso não é conforto de digitação: é o que mantém o custo de pé. Se a mesma mercadoria entra ora como caixa, ora como quilo, o custo do insumo muda sem ninguém ter mexido nele — e o custo do prato e o resultado do mês vão atrás.

O que a ficha previa e o que a panela gastou

Fez 20 litros de molho? A produção em lote consome os ingredientes e dá entrada no que saiu da panela. Se o dia pediu mais tomate do que a ficha previa, você corrige o consumo ingrediente por ingrediente na hora de registrar — o lote fecha com o custo que ele teve, não com o custo que ele deveria ter tido.

O produzido entra no estoque com esse custo — custo do lote e custo unitário, calculados na hora. Quando esse molho for ingrediente de outro prato, o custo do prato já sai certo.

A contagem mostra a diferença — não esconde

Você conta a prateleira, o sistema compara com o que deveria ter e mostra a divergência item a item. O ajuste fica registrado: quem contou, quando, quanto mudou.

app.brsql.com.br/inventory/counting
Tela de contagem de estoque com quantidade esperada, contada e divergência por item
A sessão em andamento: o que bateu, o que ficou na tolerância, o que fugiu.

O extrato do estoque, movimento a movimento

Entrada, baixa, produção, ajuste e perda no mesmo histórico, na ordem em que aconteceram — cada um com o documento de origem e o responsável do lado. Quando um número parecer estranho, dá para saber de onde ele veio, em vez de discutir.

app.brsql.com.br/inventory/movements
Extrato de movimentos de estoque com venda baixando o item e o pedido de origem
Cada baixa com o pedido de origem do lado — minuto a minuto.

Da falta na prateleira ao pedido no fornecedor

Cada item tem faixa de estoque — mínimo e máximo. O que está abaixo aparece na lista de reposição, e a compra vira lista objetiva em vez de chute na véspera do fim de semana.

A cotação sai daí: você monta a lista e manda um link para os fornecedores. Cada um responde o preço dele pelo navegador — sem instalar nada, sem criar conta. Você compara item a item, escolhe quem leva cada um, e o pedido de compra nasce da resposta escolhida. Quando a mercadoria chegar com a nota, o ciclo fecha onde começou.

Quando falta dado, a Yvera fala

Tem uma tela que lista os produtos vendendo sem custo: o que nunca foi comprado, o que entrou com valor zerado na nota, o que saiu mais do que entrou. Cada linha vem com o que fazer naquele caso. Estoque só bate quando o dado está lá — e é mais útil apontar onde ele falta do que mostrar um relatório inteiro fingindo que está completo.

Sem mágica: o sistema registra, você opera

Nenhum software conta a prateleira por você. O que a Yvera faz é tirar o atrito de registrar: a baixa acontece sozinha na venda, a produção e o cancelamento já movimentam o estoque no fluxo normal da operação, e a nota entra pela SEFAZ ou pelo XML. Continua sendo seu: configurar o certificado, ensinar a equivalência na primeira nota de cada fornecedor, cadastrar as fichas técnicas e contar de vez em quando.

Cadastre as fichas técnicas uma vez. O resto anda sozinho.

Comece pelos 20 itens que mais saem — já cobre a maior parte do problema.